Naquela arrancada, tinha sentido um sensação de liberdade, então coloquei a cabeça parra fora do carro e gritei, “sempre pode contar comigo!”. Aquilo para mim foi um desabafo tão grande, quando olhei para frente, uma vaquinha berrou, foi outra sensação de que ele tinha-me respondido.
Quando chequei na minha casa, deitei e desabafei escrevendo numa caderneta que era da minha mãe, pois sinto muita falta dela depois que morreu, na caderneta escrevi: “Um dia te reverei, irei te abraçar, e sorrir, o mesmo sorriso, que jamais irá mudar.”
Fui até a cozinha para tomar um leite, quando olhei pela janela vi uma estrela brilhar, só podia ser minha mãe, dando algum sinal.
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